O que é a vida? Qual é o seu objetivo? O que almejamos? Bem, o que noto cada vez mais é como a vida está intrinsecamente ligada ao amor, mesmo que a pessoa não note. Ok. Pode ser uma visão romantizada, ou como um amigo disse numa conversa recente “uma visão muito ‘propagandeada’ ” em prol de um amor idealizado, só levando a uma insatisfação, já que este seria inalcançável.
Entretanto, eu não consigo parar de me indagar se é realmente inalcançável ou se é alcançável. Como deixar a vida mais leve com essa tamanha cobrança? O que é preciso para se atingir tal fim? Alguém se habilita? Eu me proponho à reflexão. Não tenho questões fechadas e se em algum momento parecer que tenho – e posso até cair em uma vil certeza – essa certeza pode desmoronar em um segundo momento.
Por essa razão que resolvi vir até aqui. Uma forma de catarse, uma forma de refletir – sim, porque como um amigo que estuda psicologia disse “você pode compreender seus pensamentos de uma forma diferente a partir do momento que os externa.”. Aliás, psicologia é algo realmente interessante e, na minha visão, psicanálise seria melhor ainda. Uma forma fantástica de buscar o auto-conhecimento (Sim! AUTO-conhecimento). Não caiamos na besteira de pensar que as coisas existem em si mesmas. Pensemos o seguinte: Se um pirulito quebra, na visão de uma criança aquilo pode significar mais do que uma senhora caindo no chão, mas na visão de alguém mais velho isso dificilmente ocorreria. Então, uma das minhas recentes “conclu-reflexões” tem sido como a vida depende do seu ponto de vista. Agora... Como alterá-lo se ele tem uma dimensão pessimista?
É o que eu reflito o tempo inteiro. E passarei agora a partilhar com vocês. Ou só comigo, que já é alguém, by the way.
Uma última consideração. Seria isso um plágio de Candace Bushnell – autora de Sex and the City? Não sei se poderia ser considerado. Mas vale a questão: o que é ser original em um mundo repleto de informações? Há quem diga que após Sócrates, Platão e Aristóteles, tudo não passa de uma mera divagação quanto ao que esses autores escreveram... Eu sou só um humilde ser humano indagador preso em sua própria maldição(?).
Até.
terça-feira, 10 de junho de 2008
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